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  • O que é a LGPD? Entenda como a lei protege seus dados pessoais na internet

    O que é a LGPD? Entenda como a lei protege seus dados pessoais na internet

    Devido aos constantes golpes e fraudes, muitos usuários se sentem inseguros ao navegar na internet. Esse sentimento reflete-se, principalmente, no compartilhamento de dados pessoais, considerando que o ambiente digital facilita o acesso a informações pessoais.

    Apesar desse cenário, a legislação brasileira conta com uma norma de extrema importância – e que muitos indivíduos desconhecem. Mais conhecida pela sigla LGPD, a Lei Geral de Proteção de Dados apresenta o objetivo de proteger a privacidade e a liberdade individual dos cidadãos.

    Segundo o portal Gov.br, a norma não se limita ao ambiente virtual. Na realidade, ela engloba um amplo processo de operações de tratamento de dados pessoais, ocorrendo tanto em meios físicos quanto digitais.

    O artigo 2º da legislação – divulgado pelo Planalto – destaca como fundamentos o respeito à privacidade, a autodeterminação informativa, a liberdade de expressão, a inviolabilidade da intimidade e da imagem, entre outros.

    Tratamento de dados da LGPD

    De acordo com as diretrizes governamentais, a expressão “tratamento de dados” refere-se a qualquer atividade que utiliza dados pessoais.

    O compartilhamento para a execução de políticas públicas é previsto em lei e, em hipóteses específicas, o tratamento pode ocorrer sem o consentimento do titular. Contudo, o órgão responsável deve agir com transparência, justificar o acesso pela atividade profissional, bem como especificar quais dados serão enviados.

    Conforme o artigo 3º, a lei aplica-se a qualquer operação de tratamento realizada por pessoa natural ou jurídica (pública ou privada), independentemente do meio ou país de sede, desde que:

    I – A operação de tratamento seja realizada no território nacional;

    II – A atividade de tratamento tenha por objetivo a oferta ou o fornecimento de bens ou serviços ou o tratamento de dados de indivíduos localizados no território nacional;

    III – Os dados pessoais objeto do tratamento tenham sido coletados no território nacional.

    Adicionalmente, destaca-se que o tratamento de dados pode ser realizado por diferentes figuras:

    • O Controlador: Definido pela lei como pessoa natural ou jurídica, a quem competem as decisões referentes ao tratamento. Na área da Administração Pública, esse indivíduo será a pessoa jurídica do órgão ou a entidade pública sujeita à lei;
    • O Operador: Pessoa natural ou jurídica, de direito público ou privado, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador (art. 5º, VII). Incluem agentes públicos que exerçam tal função.
    • O Encarregado: Definido pelo artigo 5º, VIII, como o indivíduo encarregado pelo controlador e operador para operar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares de dados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

    Limitações

    Mesmo com a extensão da LGPD, ainda há certas restrições em sua aplicação, dependendo das circunstâncias e atividades profissionais. O artigo 4º esclarece que a lei não se aplica ao tratamento de dados pessoais nos seguintes casos:

    I – Realizado por pessoa natural para fins exclusivamente particulares e não econômicos;

    II – Realizado para fins exclusivamente jornalísticos, artísticos ou acadêmicos (aplicando-se a esta hipótese os arts. 7º e 11 da lei);

    III – Realizado para fins exclusivos de segurança pública, defesa nacional, segurança do Estado, atividades de investigação e repressão de infrações penais, entre outras atividades.

    Fontes: Gov.br, Planalto

  • Reality Shows podem impactar desenvolvimento dos jovens, diz especialista

    Reality Shows podem impactar desenvolvimento dos jovens, diz especialista

    Sem dúvidas, os reality shows viraram “febre” no Brasil e no mundo. Também conhecidos pelo termo reality television (realidade de TV), consistem em um gênero de programa televisivo baseado na vida real.

    No entanto, mesmo com tanta popularidade global, o conteúdo exibido pode acabar indo além do entretenimento, com potencial de desencadear impactos à questão mental.

    Segundo a terapeuta Gláucia Santana, os principais afetados consistem no público jovem. Isso ocorre porque esse grupo apresenta desenvolvimento ainda incompleto nos âmbitos mental, cognitivo e emocional.

    “Reality shows deixaram de ser apenas entretenimento para se tornar um espelho da vida social contemporânea. Para jovens e adolescentes, esse ‘espelho’ pode funcionar como escola silenciosa de comportamento”.

    Em outras palavras, a especialista explica que os jovens ainda estão em processo de descobrimento das suas próprias identidades. Deste modo, as produções podem acabar influenciando o rumo dessa evolução natural.

    “Na clínica, isso aparece com frequência: não é que o reality ‘crie’ personalidades do zero, mas ele oferece modelos, roteiros e recompensas emocionais que podem ser incorporados com facilidade por quem ainda está construindo identidade, pertencimento e autoconceito”.

    Impactos mentais do Reality Show

    Mais do que apenas programas televisivos, Gláucia destaca que os conteúdos exibidos podem operar de maneira específica na percepção juvenil. Isto é, os acontecimentos estão diretamente ligados à forma como esse público vê o mundo.

    “Do ponto de vista psicanalítico, essas produções opera como um ‘laboratório de laço social em tempo real’. Jovens assistem a conflitos, alianças, rejeições e ‘vitórias’, como se esses fatores fossem uma aula sobre como se posicionar no mundo”.

    Neste contexto, há uma questão com potencial de ser considerada a mais preocupante: a referência externa. Ou seja, o modo como utilizam os realities como instrumento para a assimilação da realidade.

    “Do ponto de vista clínico, o risco mais delicado é quando o jovem passa a usar a lógica do reality para conduzir a vida real: relacionamentos viram disputa, amizade vira teste, conflito vira espetáculo, e a própria identidade vira performance para aprovação. A pessoa começa a se moldar não pelo que acredita, mas pelo que imagina que será aceito”.

    Os resultados são, consequentemente, graves, especialmente quando se trata da identidade pessoal. Quando há a junção desses fatores, é possível que o jovem se sinta ‘perdido’, como se não houvesse um espaço para agir de maneira individual e fortalecer a autoestima.

    “Isso cobra um preço psíquico: o sujeito se distancia de si para pertencer. O resultado pode ser um aumento de insegurança, irritabilidade, impulsividade e dificuldade de sustentar vínculos profundos”.

    Como evitar os impactos?

    A questão mencionada pela profissional não é necessariamente deixar de consumir o conteúdo, mas não torná-lo verdade absoluta. Também é importante saber impor limites, em casos de maior gravidade.

    “Consumir esse tipo de conteúdo de forma saudável não significa ‘demonizar’ o reality, mas aprender a não ser consumido por ele. A postura mais crítica começa com limites simples: reduzir tempo de exposição, evitar acompanhamento 24 horas e perceber quando aquilo está interferindo em sono, humor e rotina”

    Gláucia finaliza destacando que os programas envolvem pessoas de personalidades diferentes. É fundamental ter consciência da própria essência, não deixando que o externo mude o caráter individual.

    “Também ajuda lembrar que existe edição, recortes e narrativa – e que transformar um trecho em sentença moral é uma forma de empobrecer o pensamento. O consumo mais saudável troca a pergunta ‘quem eu odeio ou defendo?’ por ‘o que eu aprendo sobre limites, comunicação, autocontrole e reparo?’. A questão é não transformar torcida em identidade”, finaliza.

  • Dia das Mães: Entenda os desafios ocultos que milhares de mães brasileiras enfrentam

    Dia das Mães: Entenda os desafios ocultos que milhares de mães brasileiras enfrentam

    O Dia das Mães é uma data internacional com o objetivo de homenagear as figuras maternas. Representa, fundamentalmente, o carinho, o amor e os vínculos familiares preservados.

    No entanto, nem sempre a realidade é tão doce. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV), o Brasil registrou cerca de 11 milhões de mães solo em 2022; o crescimento foi de 1,7 milhão em um período de dez anos.

    Além disso, conforme outra pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de divórcios também cresceu em um intervalo de 12 anos, saltando para 420 mil em 2022.

    De acordo com Caroline Serbaro, advogada especialista em Direito de Família, o cenário de separação não representa, necessariamente, um “fracasso”. Em muitos casos, mostra uma escolha de priorização da própria pessoa, além de rompimentos saudáveis.

    “A família brasileira está passando por uma transformação importante, onde muitas mulheres estão deixando de sustentar relações que já não fazem sentido emocional, psicológico ou até mesmo ético”.

    Potenciais desafios

    Todavia, essa circunstância acaba impondo a inúmeras mulheres um desafio adicional: a maternidade solo. Caroline explica que essas mulheres não apenas enfrentam os deveres maternais;  muitas vezes, elas acabam passando por dificuldades legais.

    “As mães solo enfrentam uma sobrecarga em múltiplos níveis. No aspecto legal, muitas ainda lidam com a dificuldade de garantir direitos básicos, como pensão alimentícia adequada, cumprimento do regime de convivência e divisão equilibrada de responsabilidades parentais”.

    Além disso, há o aspecto emocional: o fato de muitas mulheres terem de carregar suas obrigações sozinhas, em certos casos, sem qualquer ajuda familiar.

    “Para além do jurídico, existe um peso emocional muito significativo. Essas mulheres frequentemente acumulam funções – são mães, provedoras, educadoras e suporte emocional – muitas vezes sem rede de apoio. Existe também um desafio interno, que é sustentar a própria força sem se desconectar de si mesmas”, destaca a advogada.

    Quais são os direitos legais às mães solos?

    Apesar de muitas mulheres desconhecerem seus direitos, existem normas jurídicas que visam à segurança e à integridade maternal. Dentre os regulamentos, a advogada lista:

    • O direito à pensão alimentícia justa, que deve considerar as necessidades da criança e a capacidade financeira de quem paga;
    • A possibilidade de regulamentação de guarda e convivência, para trazer previsibilidade e segurança à rotina dos filhos;
    • O acesso à justiça gratuita, em muitos casos, para que a falta de recursos não seja um impedimento;
    • Em situações mais delicadas, medidas protetivas, quando há qualquer tipo de violência ou risco.

    As normas envolvem mais do que atuação jurídica; a advogada finaliza mencionando a importância desse conhecimento para a dignidade e preservação feminina, a fim de garantir uma realidade mais justa.

    “A via extrajudicial, quando possível, pode ser um caminho seguro, mais célere e menos desgastante para a resolução de conflitos familiares. Mais do que conhecer a lei, é fundamental que essas mulheres reconheçam que têm direitos – e que podem e devem exercê-los. O primeiro passo é interno: compreender que merecem respeito, suporte e dignidade – e que não precisam aceitar menos do que isso”, conclui.

    *O texto contém informações dos portais Terra e G1

  • Eleições 2026: Entenda como a Inteligência Artificial pode ser utilizada para criar desinformação

    Eleições 2026: Entenda como a Inteligência Artificial pode ser utilizada para criar desinformação

    Visto que as eleições deste ano se aproximam, um fator perigoso – e que muitas pessoas podem acabar negligenciando – consiste no uso tecnológico da Inteligência Artificial (IA) durante o período eleitoral. O recurso, quando utilizado com más intenções, pode comprometer a autenticidade das informações, além de possuir um alto potencial para a geração de deepfakes.

    Segundo Luís Mauá, professor da Universidade Santa Cecília (Unisanta) e especialista em IA, a ferramenta é extremamente eficaz na criação de conteúdos enganosos devido à sua capacidade de produção rápida e automatizada.

    “A IA amplia significativamente a capacidade de produzir desinformação, pois reduz custo, tempo e esforço para criar conteúdos falsos com aparência profissional. Hoje, uma pessoa ou grupo consegue gerar textos persuasivos em larga escala, criar imagens manipuladas, simular áudios com vozes idênticas às de figuras públicas e até montar vídeos sintéticos com aparência convincente”.

    Ainda de acordo com o profissional, a velocidade de repercussão na mídia também levanta um alerta, especialmente considerando o compartilhamento realizado por milhares de pessoas em questão de segundos.

    “Um conteúdo falso produzido com IA pode ser publicado em minutos, segmentado para públicos específicos e impulsionado por diferentes contas e canais antes mesmo de haver checagem. O risco não está só na mentira explícita, mas também na manipulação de contexto, na edição enganosa e na fabricação de ‘provas’ falsas para influenciar percepções sobre candidatos, partidos e o próprio processo eleitoral”.

    Potencial de desinformação

    Devido à popularização e à acessibilidade da Inteligência Artificial na criação de conteúdo, Mauá explica que as eleições de 2026 podem apresentar um potencial de desinformação superior ao de anos anteriores.

    “As eleições de 2026 tendem a ser mais vulneráveis do que pleitos anteriores porque as ferramentas de IA ficaram mais acessíveis, baratas e fáceis de usar. O que antes exigia equipes técnicas ou softwares avançados, atualmente pode ser feito com interfaces simples. Além disso, a qualidade do conteúdo sintético melhorou muito, especialmente em voz, imagem e vídeo”.

    Do mesmo modo, o docente destaca que normas legais foram implementadas em relação ao assunto, a fim de realizar um processo justo.

    Portanto, o uso de IA é permitido; porém, é obrigatório especificar quando há a presença do recurso nas produções.

    “O TSE já regulamentou o tema, proibiu deepfakes na propaganda eleitoral, passou a exigir aviso explícito quando houver uso de IA”, explica o especialista.

    Conteúdos falsos com IA

    Mauá lista diversos tipos de produções falsas que a tecnologia pode gerar. Contudo, ele menciona pontos que exigem maior atenção, considerando as imagens e vozes que podem parecer muito realísticas – mas não são.

    “As tecnologias que mais me preocupam são as de geração multimodal, pois permitem manipular texto, imagem, áudio e vídeo de forma integrada. Na prática, isso significa que é possível criar uma falsa denúncia em texto, acompanhá-la com uma imagem aparentemente real, somar um áudio que imita a voz de uma autoridade e, em casos mais graves, acrescentar um vídeo sintético para dar aparência de prova”.

    Dentre as principais criações maliciosas por intermédio da IA, o especialista destaca:

    • Textos falsos ou distorcidos (como notas, “prints”, manchetes e declarações inventadas);
    • Imagens manipuladas, que mostram situações que nunca ocorreram;
    • Áudios sintéticos, que simulam a voz de candidatos, jornalistas ou autoridades;
    • Vídeos manipulados ou totalmente gerados, os chamados “deepfakes”.

    Atitudes de segurança digital

    O professor finaliza explicando que os hábitos conscientes nos ambientes digitais são fundamentais para a proteção contra conteúdos enganosos.

    Essas atitudes são, na verdade, simples, sem a necessidade de ser um especialista para realizá-las.

    “Alguns hábitos importantes são não compartilhar conteúdos políticos imediatamente (principalmente se ele provocar espanto ou indignação), verificar se a informação aparece em fontes confiáveis (como veículos jornalísticos reconhecidos ou canais oficiais). Além disso, é preciso desconfiar de materiais sem contexto, sem data, sem fonte original ou que chegam com frases como ‘apagaram rápido’, ‘a mídia não vai mostrar’ ou ‘compartilhe antes que removam’”.

    Em relação aos possíveis sinais de alerta, Mauá menciona alguns indícios característicos das produções realizadas por IA. Estes podem incluir:

    • Nos vídeos – Expressões faciais estranhas, sincronia labial imperfeita, mãos ou detalhes incoerentes e movimentos artificiais;
    • Nos áudios – Entonação muito linear, pausas incomuns ou timbre excessivamente “limpo”;
    • Nos textos – Excesso de certeza, linguagem emocional demais, ausência de fonte verificável e supostos dados sem origem clara.

  • Ilha Diana: Conheça o paraíso natural da Baixada Santista que pode ser acessado com menos de 1 real

    Ilha Diana: Conheça o paraíso natural da Baixada Santista que pode ser acessado com menos de 1 real

    Uma vista de tirar o fôlego e uma comunidade de pescadores preservada. A ilha Diana não se destaca apenas pela facilidade de acesso – visto que a passagem de barco custa apenas R$ 0,5 -, mas, simultaneamente, por histórias guardadas da cultura caiçara, conjuntamente a uma biodiversidade que não se vê em qualquer região.

    Garças, galos, caranguejos, mexilhões e diversas espécies de insetos. Logo quando se pisa na ilha, é possível ver todos esses animais mencionados, vivendo em plena harmonia com a natureza.

    Sem qualquer tipo de tecnologia, os moradores residem em infraestruturas extremamente simples: Eles acordam com os sons de “canto” dos galos, vão para uma pequena igreja local, utilizam barcos à locomoção e realizam comércio com os recursos obtidos no arquipélago. Ao contrário do que se vê frequentemente na vida urbana, as crianças não possuem dispositivos celulares ao entretenimento. Suas formas de diversão consistem em brincadeiras – como pega pega ou esconde esconde -, desenhos e atividades relacionadas à natureza.

    Vasta biodiversidade da ilha

    Com o extenso cenário aquático, o território apresenta diversidade em espécies marinhas. Isso ocorre porque a área de manguezal é localizada no estuário santista, sendo muito rico especialmente em crustáceos.

    Até mesmo no solo úmido e rochoso da ilha, é possível localizar pequenos caranguejos e siris. Alguns dos espécimes mais comuns da região consistem nos caranguejos-uçá, que vivem em tocas de lama e se alimentam, principalmente, de folhas de mangue.

    Espécies de carangejos registradas em solo da Ilha Diana. Créditos: Maria Clara Pasqualeto

    Outro exemplo é o ataru-vermelho; como o próprio nome diz, a coloração de suas patas é avermelhada, alimentando-se de frutos, sementes e matérias orgânicas do manguezal.

    Encontrado diretamente no turismo pelo manguezal pela equipe de reportagem, o mexilhão-do-mangue representa uma espécie de molusco bivalve, encontrado em manguezais ao redor do mundo. Ele é responsável por desempenhar um papel fundamental em ecossistemas costeiros, filtrando a água e servindo de alimento para inúmeros animais marinhos.

    Com o nome científico Mytella Strigata, possui uma concha alongada, textura escura e linhas de crescimento aparentes.

    Mexilhão encontrado durante passeio pelo manguezal. Créditos: Maria Clara Pasqualeto

    No entanto, os mexilhões de água doce não são recomendados ao consumo humano devido ao fato de apresentarem toxinas nocivas em suas estruturas, como metais pesados e microrganismos patogênicos. Essas substâncias podem ser extremamente prejudiciais à saúde humana, com a possibilidade de causar intoxicações e doenças.

    Outra novidade consiste nos galos da ilha. Sendo da espécie Gallus Domesticus, as espécies são de caráter doméstico e podem ser encontradas nos quintais das casas locais. Suas colorações consistem em plumagem escura, peito avermelhado e crista vermelha.

    Além disso, logo no começo da ilha, é possível se deparar com garças em frente à imensidão marítima, resultando em uma paisagem semelhante a de filmes. Uma das espécies mais comuns no Brasil, a Garça-branca-grande – também conhecida pelo nome científico Ardea Alba – é grande e considerada “elegante”, apresentando pele branca como a neve, além de comportamento tranquilo e gracioso.

    Do mesmo modo, possui cerca de 90 centímetros de comprimento e seu característico bico comprido e afiado. Ela habita lagoas, rios e outros corpos d’água, alimentando-se de peixes, anfíbios e invertebrados.

    Com a ampla diversidade de flora e fauna da região do manguezal, a exploração da Ilha Diana é, sem dúvidas, uma verdadeira aventura para aqueles que amam natureza e os animais.

    Fontes: Sescsp, São Paulo Secreto, Significado de Palavras, Wikipédia, O Que Visitar Onde Viajar, Mundo Ecologia e Ilha Viva